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Tratamento

Alguns sinais de autismo já podem aparecer a partir de um ano e meio de idade, e/ou até antes nos casos mais graves. Há uma grande importância de se iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica, ainda sem diagnóstico fechado, pois quanto antes comece as intervenções, maiores é a possibilidade de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com mais evidência de eficácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental — aplicada por psicólogos. A mais usada delas é o ABA (sigla em inglês para Applied Behavior Analysis — em português, análise aplicada do comportamento). O tratamento para autismo é personalizado e interdisciplinar.Dentre alguns profissionais que podem ser necessários podemos citar: Médico Neurologista e ou Psiquiatra, Psicólogo, Fonoaudiologia, Terapeuta Ocupacional, Fisioterapeuta, Psicopedagoga, Pedagogo  e Educador Físico,  ou seja,  conforme a necessidade de cada pessoa. Na escola, um mediador pode trazer grandes benefícios, no aprendizado e na interação social.

REFERÊNCIA:

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.

ASSUMPÇÃO JR., FRANCISCO B. et al. Escala de avaliação de trações autísticos (ATA): validade e confiabilidade de uma escala para a detecção de condutas autísticas. Arq. Neuro-Psiquiatr., São Paulo, v. 57, n. 1, p. 23-29, Marc. 1999.

FERNANDES, Patrícia Vieira. Síndrome de West. InterFISIO, 2020. Disponível em https://interfisio.com.br/sindrome-de-west/.

Sistema PROTEA-R de avaliação de suspeita de Transtorno do Espectro Autista / Cleonice Alves Bosa, Jerusa Fumagalli de Salles, (orgs.), --1.ed. – São Paulo: Vetor, 2018. – (Coleção PROTEA-R; v.1).

https://tismoo.us/destaques/quais-os-sinais-e-sintomas-de-autismo/

PEREIRA, Alessandra: RIESGO, Rudimar S.; WAGNER, Mário B.. Autismo infantil: tradução e validação da Childhood Autism Rating Scale para uso no Brasil. J. Pediart. (Rio J.), Porto Alegre, v. 84, n. 6, p. 487-494, Dec. 2008.