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Conhecendo a História da Ama

A AMA – Associação de Amigos do Autista de Araçatuba, foi fundada por iniciativa de um grupo de pais e profissionais que preocupados com o agravamento do quadro e a falta de atendimento específico para área, decidiram lutar pelos direitos dos filhos (lazer, educação, saúde e convivência social) considerando necessário um trabalho psicopedagógico especializado, através de uma sistemática de atividades multidisciplinares.

 

É importante caracterizar o que é o autismo, uma vez que ainda se trata de uma Síndrome se não desconhecida, pouco popularizada e, que deve existir no Brasil aproximadamente dois milhões de autistas.

 

O trabalho desenvolvido na AMA de Araçatuba tornou-se referência na região dada à dificuldade de realizar diagnóstico e tratamento educacional das pessoas com autismo, pois, até o momento não existe testes e exames de comprovação efetiva de diagnóstico. O tratamento e o diagnóstico são baseados nas características presentes:

 

    • Lentidão ou falhas no desenvolvimento de habilidades físicas, sociais e aprendizado;
    • Ritmos imaturos de fala com limitação na compreensão de ideias e uso de palavras sem associação ao seu significado usual;
    • Respostas anormais dos sentidos, tendo afetado um ou uma combinação de qualquer de visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gosto e postura;
    • Maneiras anormais de relacionamento com pessoas, abjetos ou eventos.

 

Várias parecem ser as causas possíveis do autismo, isoladamente ou em combinação como rubéola, exposição química na gravidez e outros. Causas possíveis como desequilíbrio bioquímico e predisposição genética estão sendo levantados; não há comprovação de influência no ambiente psicológico da criança como causadora de autismo.

 

Em formas mais suaves, autismo se assemelha a um distúrbio de aprendizado como afasia infantil. Normalmente, porém as pessoas autistas são severamente deficientes.

 

Aproximadamente 3% dos atingidos apresentam autoagressão severa e comportamento agressivo altamente incomum e repetitivo; o comportamento pode persistir e ser muito difícil de mudar, impondo um desafio àqueles que lidam, trata e ensina estas pessoas.

 

Vários métodos de tratamentos foram tentados, sem contar nenhum efetivo para todos os casos. Entretanto, uma programação adequada e individualizada é de fundamental importância.

 

O tratamento educacional voltado para o desenvolvimento das habilidades tem-se mostrado muito eficiente nessa área. Habilidades de linguagem e sociais devem ser desenvolvidas o máximo possível. Deve-se tomar cuidado em evitar problemas secundários como perda de tônus muscular em pessoas inativas.

 

O aconselhamento às famílias deve ocorrer sistematicamente em razão de um dos membros apresentarem um distúrbio permanente. Deve-se tomar cuidado com orientações de pessoas leigas, exigindo sempre um atendimento multidisciplinar.